A maca-peruana (Lepidium meyenii) é um alimento tradicional dos Andes que, nas últimas décadas, passou a ser comercializado mundialmente em pó, cápsulas e diferentes tipos de extrato.
Na internet, é comum encontrá-la associada a uma lista extensa de benefícios: aumento de energia, libido, testosterona, fertilidade, disposição física, equilíbrio hormonal e melhora dos sintomas da menopausa.
A ciência apresenta um quadro mais interessante — e mais cuidadoso.
Existem estudos clínicos em seres humanos, especialmente sobre desejo e função sexual, qualidade seminal, sintomas da menopausa e alguns aspectos relacionados a disposição e desempenho. Alguns resultados são promissores, mas muitos estudos ainda envolvem poucos participantes, preparações diferentes de maca e períodos relativamente curtos de acompanhamento. Uma revisão publicada em 2026 considera os resultados sobre libido e saúde sexual interessantes, mas reforça que ainda são necessárias pesquisas adicionais.
Por isso, entender para que serve a maca-peruana exige separar três coisas: aquilo que pertence à tradição andina, aquilo que já foi observado em estudos humanos e aquilo que ainda permanece principalmente no campo da propaganda.
Resumo rápido: para que serve a maca-peruana?
| O que é | Planta andina da espécie Lepidium meyenii, tradicionalmente utilizada como alimento |
| Parte consumida | Principalmente o órgão subterrâneo engrossado, frequentemente chamado de raiz de maca |
| Áreas mais estudadas | Desejo e função sexual, qualidade seminal, menopausa, disposição e desempenho físico |
| Aumenta testosterona? | Os principais estudos humanos não demonstraram aumento consistente de testosterona |
| Evidência geral | Promissora para algumas áreas, mas ainda insuficiente para muitas das alegações comerciais |
Antes de virar suplemento, a maca era alimento

Muito antes de aparecer em cápsulas, a maca fazia parte da alimentação de populações das regiões elevadas dos Andes.
Seu cultivo tornou-se associado especialmente às grandes altitudes do Peru, em condições de frio, vento, forte radiação solar e grande variação de temperatura.
Tradicionalmente, os hipocótilos eram colhidos, secos e posteriormente utilizados em diferentes preparações alimentares.
Essa origem é importante porque muda a maneira como enxergamos a planta.
A maca não surgiu como um “estimulante hormonal” criado para suplementos. Ela é, primeiro, uma cultura alimentar andina que posteriormente despertou interesse científico por seus compostos e pelos usos que lhe eram atribuídos.
A longa história de consumo alimentar também ajuda a explicar por que, de modo geral, a maca apresenta boa tolerabilidade nos estudos clínicos de curta duração. Isso, porém, não significa que qualquer extrato concentrado moderno possa ser considerado equivalente ao alimento tradicional.
Maca-peruana pode aumentar o desejo sexual?
Essa é provavelmente a alegação sobre maca que possui o conjunto mais interessante de estudos em humanos.
Um ensaio clínico randomizado e duplo-cego publicado em 2002 avaliou homens de 21 a 56 anos que receberam 1,5 g ou 3 g de maca gelatinizada por dia, ou placebo, durante 12 semanas.
A partir da oitava semana, houve aumento do desejo sexual relatado pelos participantes que receberam maca.
Mas existe um detalhe particularmente importante: os níveis de testosterona e estradiol não aumentaram.
Isso indica que, se a maca realmente influencia o desejo sexual em algumas pessoas, o mecanismo não parece ser simplesmente “aumentar testosterona”.
Uma revisão sistemática posteriormente identificou alguns ensaios com resultados favoráveis para desejo ou função sexual, mas concluiu que a quantidade de estudos e participantes ainda era pequena demais para afirmar eficácia de forma definitiva.
Mais recentemente, uma revisão de 2026 encontrou um padrão geral de resultados favoráveis em vários estudos envolvendo homens e alguns grupos mistos, embora os resultados em mulheres tenham sido mais variáveis. Os próprios autores destacam que pesquisas adicionais continuam necessárias.
Portanto, a resposta mais equilibrada é:
há evidência clínica sugestiva de benefício sobre desejo e alguns aspectos da função sexual, mas não existe garantia de efeito para todas as pessoas.
PubMed — estudo clínico sobre maca e desejo sexual em homens, PMID 12472620 Abrir estudo no PubMed
A maca aumenta a testosterona?
Esse é um dos maiores mitos em torno da planta.
No estudo clínico de 2002, o aumento relatado do desejo sexual ocorreu sem elevação de testosterona ou estradiol.
Outros estudos humanos também não demonstraram de maneira consistente aumento dos principais hormônios reprodutivos.
Em mulheres após a menopausa, por exemplo, um pequeno ensaio randomizado com 14 participantes encontrou melhora em alguns sintomas psicológicos e aspectos da função sexual, mas não encontrou alteração significativa em estradiol, FSH, LH ou SHBG.
Portanto, não temos fundamento para afirmar que:
“maca aumenta libido porque aumenta testosterona”.
A primeira hipótese possui algum apoio clínico; a segunda não foi demonstrada de forma consistente.
Isso também significa que chamar maca de “estimulante hormonal natural” simplifica demais aquilo que realmente sabemos.
Maca ajuda na função sexual masculina?
Há resultados interessantes, embora ainda não suficientes para transformar a maca em tratamento estabelecido.
Um ensaio randomizado, duplo-cego e controlado por placebo publicado em 2023 incluiu 80 homens com sintomas associados ao chamado hipogonadismo de início tardio, mas que apresentavam níveis hormonais preservados.
Durante 12 semanas, os participantes receberam maca gelatinizada ou placebo.
Alguns escores relacionados aos sintomas masculinos, função erétil e sintomas urinários apresentaram melhora maior no grupo da maca.
Esse resultado amplia o interesse científico pela planta, mas precisa ser interpretado dentro da população estudada.
Ele não significa que maca substitua investigação ou tratamento para disfunção erétil, queda de libido ou deficiência hormonal.
Esses sintomas podem ter causas cardiovasculares, neurológicas, endócrinas, psicológicas ou medicamentosas e merecem avaliação quando persistentes.
Maca-peruana melhora a fertilidade masculina?
Outra promessa muito comum é que maca aumentaria a quantidade e a qualidade dos espermatozoides.
Existem estudos pequenos sugerindo melhora em determinados parâmetros seminais.
Mas quando os dados são analisados em conjunto, a conclusão é bem menos categórica.
Uma revisão sistemática e meta-análise de 2022 encontrou apenas cinco ensaios clínicos randomizados elegíveis. Os resultados foram mistos e a análise combinada não demonstrou aumento estatisticamente significativo da concentração de espermatozoides em comparação ao placebo.
Os autores concluíram que o efeito da maca sobre a qualidade seminal ainda é incerto, principalmente porque o número de estudos e participantes é pequeno.
Isso significa que não devemos apresentar a maca como tratamento para infertilidade masculina.
Um casal ou indivíduo enfrentando dificuldade para engravidar precisa investigar causas possíveis — e não depender de suplementos como substitutos de avaliação especializada.
PubMed — revisão sistemática e meta-análise sobre maca e qualidade seminal, PMID 36110519 Abrir revisão no PubMed
E para mulheres: a maca ajuda na menopausa?
Essa é outra área bastante divulgada.
Uma revisão sistemática publicada em 2011 identificou quatro ensaios clínicos randomizados envolvendo mulheres na peri ou pós-menopausa.
Todos apresentaram algum resultado favorável em escalas de sintomas, mas os autores concluíram que o número total de estudos, participantes e a qualidade metodológica eram insuficientes para estabelecer eficácia com segurança.
Em outro pequeno ensaio com mulheres após a menopausa, 3,5 g de maca por dia foram utilizados durante seis semanas em um desenho cruzado com placebo.
Alguns sintomas psicológicos e medidas de função sexual melhoraram, mas, novamente, não houve alteração significativa dos principais hormônios avaliados.
Isso cria uma mensagem importante:
maca pode ter efeitos sobre sintomas sem necessariamente atuar aumentando hormônios.
E também significa que ela não deve ser apresentada como substituta de tratamento médico para ondas de calor intensas, alterações do sono, sangramento pós-menopausa, osteoporose ou outros problemas relacionados ao climatério.
Maca dá energia?
“Energia” é uma palavra difícil de estudar cientificamente porque pode significar muitas coisas diferentes:
menos fadiga, maior disposição subjetiva, melhor desempenho esportivo, maior resistência física ou simplesmente sensação de bem-estar.
Há estudos experimentais e alguns estudos humanos.
Um pequeno ensaio piloto avaliou apenas oito ciclistas treinados durante 14 dias. Houve melhora do tempo em uma prova de 40 km em relação ao próprio desempenho inicial, mas a diferença de desempenho não foi significativa quando comparada ao placebo após a intervenção.
Isso é muito pouco para afirmar que maca melhora desempenho esportivo.
Outro ensaio com maca preta e vermelha em 175 adultos encontrou melhora em algumas medidas subjetivas de energia, humor e qualidade de vida durante 12 semanas. Entretanto, essas medidas não equivalem automaticamente a maior capacidade física ou tratamento para fadiga.
Portanto, a frase “maca dá energia” precisa ser vista com cautela.
Há sinais interessantes sobre percepção de disposição e bem-estar, mas ainda não temos evidência robusta para tratá-la como um estimulante de desempenho comparável a intervenções bem estabelecidas.
Pó, maca gelatinizada ou cápsulas: muda alguma coisa?

Pode mudar bastante.
A maca encontrada no mercado pode aparecer como hipocótilo seco, farinha ou pó, maca gelatinizada, extratos e cápsulas.
E “gelatinizada” não significa que contém gelatina.
Nesse caso, a palavra se refere ao processamento do amido, normalmente com calor, umidade e pressão. O produto posteriormente é seco e transformado novamente em pó.
Isso pode mudar sua digestibilidade e também a composição final.
É por isso que não devemos olhar para um estudo realizado com extrato de maca preta e concluir automaticamente que uma colher de maca amarela em pó produzirá o mesmo resultado.
A revisão de segurança publicada em 2024 chama atenção justamente para essa diversidade de preparações: pó tradicional, maca gelatinizada e diferentes extratos podem apresentar concentrações distintas de compostos biologicamente ativos
Quanto de maca foi usado nos estudos?
Aqui precisamos diferenciar dose estudada de dose recomendada.
Muitos ensaios clínicos humanos utilizaram aproximadamente 1,5 a 3,5 g de maca por dia, enquanto determinadas pesquisas empregaram preparações ou extratos diferentes. A revisão de 2026 sobre saúde sexual observa que muitos ensaios utilizaram aproximadamente 3 g diários ou preparação equivalente.
Isso não cria uma dose universal de maca.
O produto pode ser pó integral, gelatinizado, extrato ou cápsula, e sua concentração pode variar.
Além disso, no Brasil existe uma questão regulatória específica que impede simplesmente transformar doses de estudos internacionais em uma recomendação de suplemento — veremos isso adiante.
Maca é um adaptógeno?
É comum encontrar a maca descrita como adaptógeno.
Esse termo costuma ser aplicado a substâncias às quais se atribui capacidade de aumentar a resistência do organismo a diferentes formas de estresse.
Mas “adaptógeno” é uma categoria muito ampla e não substitui uma indicação clínica específica.
Uma planta ser divulgada como adaptógena não significa automaticamente que tenha eficácia demonstrada para fadiga, ansiedade, libido, imunidade, hormônios e desempenho.
Para a maca, é cientificamente mais útil olhar separadamente para cada questão: libido possui alguns estudos humanos; qualidade seminal continua incerta; menopausa possui evidência limitada; desempenho físico ainda é pouco estudado.
Isso diz muito mais do que simplesmente chamá-la de adaptógeno.
Segurança: quem precisa ter mais cuidado?
A maca apresenta, de modo geral, boa tolerabilidade nos estudos humanos de curta duração, e uma revisão abrangente de 2024 encontrou baixa toxicidade nos estudos pré-clínicos e ausência de padrão consistente de eventos graves em estudos clínicos.
Isso não significa que qualquer pessoa possa tomar qualquer produto em qualquer quantidade.
Foram relatados efeitos transitórios como desconforto gastrointestinal, dor de cabeça e irritabilidade em alguns estudos. Existem também relatos isolados de sangramento vaginal e de episódio maniforme associados temporalmente ao consumo; esses casos não provam causalidade, mas justificam atenção.
Os dados sobre uso prolongado, doses elevadas e extratos muito concentrados ainda são limitados.
Durante gravidez e amamentação, não há evidência clínica adequada para estabelecer segurança de suplementação com maca; fontes clínicas recomendam discutir o uso com profissional de saúde. Pessoas com cânceres sensíveis a hormônios, como alguns tumores de mama ou útero, também devem conversar com sua equipe médica antes de utilizar produtos concentrados.
Pessoas com doença da tireoide, crianças e adolescentes, indivíduos com histórico de transtorno bipolar e quem utiliza medicamentos continuamente também merecem maior prudência, principalmente porque faltam estudos específicos nessas populações.
E existe uma curiosidade importante: foi descrita interferência da maca em determinados imunoensaios de testosterona. Portanto, informar ao médico e ao laboratório sobre o uso do produto pode ser útil antes de exames hormonais.
Maca-peruana no Brasil: atenção ao rótulo e à categoria do produto
Esse capítulo é especialmente importante para o leitor brasileiro.
A existência de cápsulas chamadas “maca-peruana” no mercado não significa automaticamente que elas estejam regularizadas como suplemento alimentar.
Em fiscalização publicada em 2023, a Anvisa explicou que, embora a maca-peruana possua histórico de uso em alimentos, ela não estava autorizada como constituinte de suplementos alimentares. Em novembro de 2025, a Agência voltou a citar explicitamente a maca-peruana como ingrediente não permitido em suplementos ao determinar a apreensão de produtos irregulares.
A orientação atual da Anvisa continua sendo clara: somente constituintes autorizados podem ser utilizados em suplementos alimentares, e o consumidor pode consultar tanto a lista de constituintes permitidos quanto a situação de regularização do produto.
Isso cria uma distinção muito importante: maca ter histórico como alimento não autoriza qualquer cápsula, extrato ou alegação terapêutica.
Também não basta um rótulo dizer “natural”.
Antes de comprar um produto apresentado como suplemento, vale conferir sua regularização e desconfiar especialmente de promessas como:
“aumenta testosterona”, “trata infertilidade”, “cura menopausa”, “emagrece”, “trata diabetes” ou “garante aumento da libido”.
Anvisa — consulte os ingredientes autorizados para suplementos
Uso procurado x o que a ciência mostra
| Uso procurado | O que os estudos mostram | Leitura responsável |
|---|---|---|
| Libido | Alguns ensaios clínicos encontraram melhora do desejo sexual. | Evidência promissora, mas ainda não suficiente para garantir efeito em todas as pessoas. |
| Testosterona | Estudos humanos não demonstraram aumento consistente. | Não deve ser divulgada como estimulante hormonal comprovado. |
| Fertilidade masculina | Resultados sobre parâmetros seminais são mistos. | Não é tratamento comprovado para infertilidade. |
| Menopausa | Pequenos estudos observaram melhora em alguns sintomas. | Evidência clínica ainda limitada e insuficiente para substituir tratamentos estabelecidos. |
| Energia e disposição | Existem alguns resultados favoráveis para percepção de energia e bem-estar. | A evidência para melhora objetiva do desempenho físico ainda é fraca. |
| Maca preta, vermelha ou amarela | Existem diferenças químicas e alguns estudos comparativos. | Ainda não é possível atribuir rigidamente um benefício específico a cada cor. |
Perguntas frequentes sobre para que serve a maca-peruana
Para que serve a maca-peruana?
A maca-peruana é um alimento tradicional andino atualmente estudado principalmente por seus possíveis efeitos sobre desejo e função sexual, saúde reprodutiva, sintomas da menopausa, disposição e desempenho. A força das evidências varia bastante entre esses usos.
A maca-peruana aumenta a libido?
Alguns estudos clínicos encontraram aumento do desejo sexual, especialmente em determinados grupos. No entanto, os estudos ainda são relativamente pequenos e não permitem garantir esse efeito para todas as pessoas.
Maca aumenta testosterona?
Os principais estudos em humanos não demonstraram aumento consistente da testosterona. Em alguns ensaios, houve melhora do desejo ou da função sexual sem mudanças significativas nos níveis hormonais.
A maca-peruana melhora a fertilidade masculina?
Estudos sobre qualidade seminal apresentam resultados mistos. Até o momento, as evidências são insuficientes para considerar a maca um tratamento comprovado para infertilidade masculina.
Maca é indicada para menopausa?
Pequenos estudos encontraram melhora em alguns sintomas relacionados ao climatério, mas revisões sistemáticas consideram a evidência ainda limitada. Maca não deve substituir tratamentos estabelecidos para sintomas importantes da menopausa.
Maca preta, vermelha e amarela têm benefícios diferentes?
Existem diferenças de composição entre os fenótipos e alguns resultados experimentais distintos. Entretanto, a evidência clínica ainda não permite estabelecer uma finalidade terapêutica específica para cada cor.
O que é maca gelatinizada?
É maca submetida a um processamento que modifica o amido por meio de calor, umidade e/ou pressão. O termo não significa que o produto contenha gelatina.
Conheça os conteúdos sobre a Maca-peruana
Explore a planta por meio da botânica, das evidências científicas e de seus principais usos.
Uma planta tradicional cercada por promessas modernas
A história da maca-peruana começou muito antes das cápsulas, dos anúncios de “superalimentos” e das promessas de aumento de testosterona.
Nos Andes, ela foi antes de tudo alimento, agricultura e adaptação a um dos ambientes mais extremos onde uma cultura pode prosperar.
A pesquisa científica acrescentou uma nova camada a essa história.
Encontramos sinais interessantes sobre desejo sexual. Pequenos estudos sugerem possíveis efeitos sobre alguns sintomas da menopausa e sobre determinados aspectos da função sexual. Há pesquisas sobre qualidade seminal, disposição e desempenho.
Mas o quadro não é uniforme.
A maca não demonstrou aumentar consistentemente a testosterona, não é tratamento comprovado para infertilidade e ainda não temos evidência suficiente para transformar suas diferentes cores em versões destinadas a homens, mulheres ou finalidades específicas.
Talvez seja justamente isso que torna a planta tão interessante.
Não precisamos escolher entre considerar a maca uma fraude ou transformá-la em milagrosa.
Existe um caminho muito mais rico entre esses extremos: reconhecer uma planta alimentar andina extraordinária, com compostos interessantes e algumas evidências clínicas promissoras, cuja história científica ainda está sendo escrita.
E, enquanto essa história continua, a melhor maneira de respeitar a maca é permitir que os estudos digam o que ela pode fazer — e também aquilo que ainda não sabemos.
Este conteúdo tem finalidade educativa e não substitui diagnóstico, tratamento ou orientação de profissionais de saúde. Sintomas persistentes, intensos ou acompanhados de sinais de alerta devem ser avaliados adequadamente.
Explore também os portais Benverde
Descubra conteúdos sobre plantas medicinais, chás tradicionais, alimentação saudável e um estilo de vida conectado à natureza.
🌿 Plantas que Transformam 🍵 Chás que Acolhem ✨ Estilo de Vida que Inspira
Criadora do Benverde, compartilho conteúdos sobre plantas medicinais, chás e vida natural com base em saberes tradicionais, observação prática e uso consciente. Acredito em um olhar sensível, responsável e conectado à natureza.
Também compartilho reflexões e conteúdos no LinkedIn.




